domingo, 28 de março de 2010

Walk Awhile in My Shoes – Ande um pouco com os meus sapatos – parte 20

Será que os Gerentes tem tanta informação assim? Vamos analisar antes de cobrar tanto.

“Sobre O FUTURO ”...”

... NA VISÃO DO GERENTE

Antigamente eu não costumava passar muito tempo pensando sobre o futuro. Como muitas pessoas, pensava em viver o dia de hoje e um pouco de cada vez, e imaginando “vou me preocupar com o dia de amanhã quando ele chegar”. Mas as coisas mudaram, os tempos mudaram. Agora, me vejo pensando sobre o futuro muito mais do que antes.

Algumas vezes me vejo sonhando, ganhando na loteria e vivendo o restante dos meus dias no luxo. Sonhos, certo! Em meus momentos mais racionais, contudo, eu me encontro dividido entre excitação e ansiedade. E isto é especialmente verdadeiro quando se refere ao meu trabalho.

Minha excitação está ancorada na crença de que o futuro produzirá muito mais oportunidades para mim (e para você) para avançar, crescer e atingir tudo aquilo que buscamos. Minha ansiedade vem, simplesmente, do medo do desconhecido. E isto vem de uma profunda preocupação de que eu possa não ser capaz de responder às mudanças que estão acontecendo no mundo dos negócios – conceitos como “equipes”, “empowerment”, “re-engenharia” e “diversidade”, para citar alguns. Alguns destes serão fáceis para que eu abrace e implemente. Outros vão demandar muitas mudanças de minha parte e, igualmente, uma grande dose de paciência da parte de outros, incluindo você.

Se eu tenho todas as respostas? Não. Na verdade, normalmente tenho mais perguntas que respostas. Estarei seguindo meu caminho, do mesmo modo que você. Eu tenho, entretanto que ter em mente que o passado se foi: o futuro é tudo que nos resta.

Ansioso sobre o futuro?

ANDE UM POUCO COM OS MEUS SAPATOS.

Baseado no livro Walk Awhile in my Shoes, traduzido e adaptado com permissão exclusiva da Performance Systems Corporation para a Bahia Consult

segunda-feira, 22 de março de 2010

Walk Awhile in My Shoes – Ande um pouco com os meus sapatos – parte 19

Pensar sobre o futuro é normal para todos nós e, quanto mais informações pudermos disponibilizar, mais fácil será para todos.

“Sobre O FUTURO ”...”

... NA VISÃO DO EMPREGADO

Tive um sonho certa noite. Eu estava no banco traseiro de um carro. Você estava dirigindo. E nenhum de nós sabia para que raio de lugar o carro estava se dirigindo, ou se o ele ia continuar rodando. Aquele sonho de certa forma resume minha visão sobre “o futuro” aqui no trabalho.
Quase sempre, como um empregado, sinto que apenas faço parte da corrida. Com certeza, eu faço a minha parte, lavo os vidros, abasteço o tanque. Mas, de onde estou sentado, eu vejo que o volante está em suas mãos. Você pode até não saber mais do que eu a respeito de onde estamos mas, pelo menos, você está dirigindo; você está com a maior parte dos controles.
Como a maioria das pessoas, eu olho para frente com certo medo. Tenho medo da possibilidade de perder mais do que irei ganhar. Eu ainda terei um emprego ou serei capaz de encontrar outro, se as coisas mudarem por aqui? Serei capaz de manter ou melhorar o estilo de vida de que gosto? Haverá felicidade e saúde mais adiante? Serei capaz de lidar com as novas tecnologias e o contínuo aumento de demanda? O gerente tem informações que não estão me repassando? Muitas questões, pouquíssimas respostas...
Eu também olho para frente com muita esperança. Esperança de que meus medos sejam infundados, de que as coisas serão muito melhores do que são agora. Mas somente o tempo, um pouco de sorte e muito trabalho duro dirão realmente o que vai acontecer.
A coisa mais interessante em meu sonho é que você e eu estávamos no mesmo carro, viajando na mesma estrada. Em qualquer lugar que formos, iremos juntos
Dirija bem. E, de vez em quando, desça do carro e
ANDE UM POUCO COM OS MEUS SAPATOS.
Baseado no livro Walk Awhile in my Shoes, traduzido e adaptado com permissão exclusiva da Performance Systems Corporation para a Bahia Consult

domingo, 14 de março de 2010

O Trote Universitário

Vou falar de um assunto que há anos me incomoda: o trote universitário.

Sou do tempo em que o trote era aplicado cortando o cabelo dor rapazes e pintando nas camisas, normalmente brancas, a palavra ‘calouro’.

Hoje o que vemos são cenas de violência e humilhação por parte dos veteranos.

Por que não incentivar os chamados ‘trotes solidários’, convocar os calouros para pintar asilos para idosos ou coisas parecidas que, realmente, tenham uma utilidade e mostrem coisas positivas para os calouros?

Nesta época em que tanto se fala sobre sustentabilidade, ecologia e que se pergunta “Que mundo estamos querendo criar para nossos filhos?”, tomando como base a atitude destes veteranos, eu pergunto aos pais: “Que filhos estamos querendo criar para este mundo?”

Convido os pais e educadores a uma reflexão, pois serão seus filhos e seus alunos os profissionais que serão colocados no mercado de trabalho, com valores completamente invertidos e que podem causar um grande mal à sociedade.

Um forte abraço

segunda-feira, 8 de março de 2010

Walk Awhile in My Shoes – Ande um pouco com os meus sapatos – parte 18

“Sobre as alegrias do meu trabalho ”...”

... NA VISÃO DO GERENTE

Antes que você presuma que este livro não é mais que um muro de lamentações, deixe-me dar o tom correto. Há muitos aspectos positivos no meu trabalho como gerente. Aqui está uma lista de algumas coisas que fazem com que eu me sinta satisfeito:

  • Fazer um bom trabalho, do qual eu possa me orgulhar e ser reconhecido e agradecido por isso.
  • Ver VOCÊ ser bem sucedido e sentir que eu possa, de alguma forma, ter contribuído para isso.
  • Atingir ou até mesmo antecipar os prazos-limites sem sacrificar a qualidade ou ficar louco com o processo.
  • Descobrir através de outras pessoas que você me acha um gerente decente e, mais importante, uma pessoa decente.
  • Refletir sobre ações passadas e decisões tomadas acreditando que fiz a coisa certa, não importa o quão desconfortável ela tenha sido naquele momento
  • Contribuir – sentindo que as coisas estão acontecendo melhor e de forma diferente por que EU fui envolvido.
  • Atingir um balanceamento adequado entre o meu trabalho e a minha vida pessoal.
  • Ser um portador de boas notícias, tanto ‘para cima’ quanto ‘para baixo’.

Quando o assunto é este, imagino que você sinta a mesma coisa. Sem dúvida você ANDOU UM POUCO COM OS MEUS SAPATOS.

Talvez não sejamos tão diferentes.

Baseado no livro Walk Awhile in my Shoes, traduzido e adaptado com permissão exclusiva da Performance Systems Corporation para a Bahia Consult