domingo, 26 de agosto de 2012

Os 20 hábitos que os Executivos devem abandonar - Hábito 16

Baseado no livro de Marshall Goldsmith What got you here won’t get you there (traduzido como Reinventando o seu próprio sucesso).

“Gastamos muito tempo ensinando líderes o que fazer. Não gastamos tempo suficiente ensinando líderes o que parar de fazer” – Peter Drucker.

“Recusar a demonstrar arrependimento”

Muitas pessoas pensam que pedir desculpas é um ato de fraqueza, principalmente aquelas que querem ganhar sempre.

Talvez achem doloroso admitir que estivessem erradas, talvez achem humilhante buscar o “perdão”, ou pensam que o ato de pedir desculpas as esteja forçando a ceder poder ou controle.

Quaisquer que sejam as razões, o simples fato de não pedir desculpas, tanto no ambiente de trabalho quanto em casa, causa tanto dano quanto qualquer outra falha pessoal.

Vamos pensar por um momento: como nos sentimos quando alguém faz algo errado e não nos pede desculpas? Quando pedimos desculpas, não estamos perdendo poder, nos humilhando ou demonstrando fraqueza: é justamente o contrário.

Ao pedir desculpas, você manda a seguinte mensagem: “Eu não posso mudar o passado, o que posso fazer é pedir desculpas pelo meu erro e me esforçar ao máximo para melhorar”. Pode até fazer mais, pedir ajuda sobre como pode melhorar.

Quando você demonstra arrependimento e declara sua dependência a outros, eles normalmente concordam em ajudá-lo. Lembre-se, ninguém é excelente em tudo.

Que tal começarmos a pedir desculpas quando estivermos errados?

Boa reflexão!

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Os 20 hábitos que os Executivos devem abandonar - Hábito 15

Baseado no livro de Marshall Goldsmith What got you here won’t get you there (traduzido como Reinventando o seu próprio sucesso).

“Gastamos muito tempo ensinando líderes o que fazer. Não gastamos tempo suficiente ensinando líderes o que parar de fazer” – Peter Drucker.

Dar preferencia ao “bajulador”

Em nenhuma organização que eu tenha conhecido ou trabalhado, vi alguma descrição de cargo que encorajasse o “puxa-saquismo”. Normalmente as descrições de perfis dizem: buscamos pessoas que “desafiem o sistema”, que “expressem suas opiniões nos diversos níveis”, que “digam o que realmente pensam”. Contudo, quem são as pessoas normalmente promovidas? Aquelas que nunca vão contra o chefe ou contra o sistema vigente mesmo que o achem errado.

É o que a Psicologia chama, com muita propriedade, de Dissonância Cognitiva. Eu peço um tipo de comportamento e premio exatamente o contrário.

Mesmo que nós não estejamos premiando o comportamento oposto, há uma forte tendência a privilegiar as pessoas que mais gostem de nós ou que demonstrem gostar, em detrimento daquelas que, eventualmente, sejam mais qualificados mas que vão de encontro às nossas ideias, que questionem as nossas decisões.

Eu já senti isso na pele, mas não me arrependo de ter sido um questionador, de não ter aberto mão de meus princípios e convicções, independente do preço pago.

Vamos nos questionar sempre, será que estamos favorecendo a pessoa certa ou apenas aqueles com que tenhamos mais afinidade – ou que abram mão de suas opiniões para nos agradar?

Boa reflexão