domingo, 28 de fevereiro de 2010

Walk Awhile in My Shoes – Ande um pouco com os meus sapatos – parte 17

Existe um antigo provérbio que diz: “Arranje um trabalho que você goste e nunca mais terá que trabalhar”. Sabemos que existem altos e baixos no dia-a-dia de trabalho. Que tal procurarmos as coisas boas?

Sobre as alegrias do meu trabalho ”...”

... NA VISÃO DO EMPREGADO

Antes que você presuma que este livro não é mais que um muro de lamentações, deixe-me dar o tom correto. Há muitos aspectos positivos no meu trabalho. Aqui está uma lista de algumas coisas que me dão entusiasmo:

  • Quando faço um bom trabalho, do qual eu possa me orgulhar e ser reconhecido e agradecido por isso
  • Quando posso ter as minhas ideias sobre como melhorar os negócios levadas à sério e eventualmente adotadas. Eu realmente gosto quando você pergunta “O que você pensa?”.
  • Quando você confia na ética e competência do meu trabalho o bastante para não ficar olhando sobre os meus ombros.
  • Quando sou respeitado como um empregado decente e, mais importante, como uma pessoa decente.
  • Quando faço parte de um time no qual todos empurram juntos na mesma direção e cada um se responsabiliza por sua parte do trabalho
  • Quando dou minha contribuição – sentindo que as coisas estão acontecendo melhor e de forma diferente por que EU fui envolvido.
  • Quando atinjo um balanceamento adequado entre o meu trabalho e a minha vida pessoal.

Quando o assunto é este, imagino que você sinta a mesma coisa. Sem dúvida você ANDOU UM POUCO COM OS MEUS SAPATOS.

Talvez não sejamos tão diferentes

Baseado no livro Walk Awhile in my Shoes, traduzido e adaptado com permissão exclusiva da Performance Systems Corporation para a Bahia Consult

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

“Como é que toda vez que me apunhalam pelas costas, minhas digitais estão na faca?”

Comprei este livro há mais ou menos 2 anos, inicialmente, pelo título e pelo autor Jerry B. Harvey, o mesmo do Paradoxo de Abilene, um clássico para quem lida com Treinamento e Desenvolvimento.

Ele define punhalada pelas costas como “uma tentativa de descrédito através de meios sub-reptícios, como insinuações, acusações ou coisas semelhantes”.

Excelente aquisição este livro e me fez compreender que, na imensa maioria das vezes em que fui apunhalado pelas costas, grande parte da culpa foi minha.

A punhalada começa, às vezes, com um aviso sútil ou mesmo com um boato de que ela está a caminho e a vitima em potencial não acredita ou não dá ouvidos ao aviso e continua a vida normalmente. Quando até já havia se esquecido do assunto, ela recebe a punhalada e se diz vitima.

Somos apunhalados pelo nosso desejo de ser aceito e o medo de ser rejeitado por aqueles que tem a intenção de nos apunhalar e, não tomamos medidas para nos proteger.

No meu caso, se tivesse tomado as medidas adequadas, teria evitado 80% das punhaladas que sofri.

Como medidas preventivas, eu sugiro:

a) Ouvir as mensagens ou os sinais apresentados, sem qualquer julgamento e sem emitir opinião;

b) Considerar o que foi dito e avaliar se é possível que a punhalada aconteça da forma como foi avisado ou de outra forma qualquer; e

c)Tomar as medidas de proteção adequadas, seja conversar com as pessoas, seja preparar documentação que dê substância ao seu projeto ou à decisão tomada.

Convido a todos para uma reflexão sobre as vezes que se sentiram apunhalados. Será que poderiam ter evitado? Que lições podem ter aprendido com estas punhaladas? O que pode ser feito para evitar novas punhaladas?

Um forte abraço a todos

Humberto

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Walk Awhile in My Shoes – Ande um pouco com os meus sapatos – parte 16

Será que sabemos dizer não na hora certa e pelos motivos certos? Ou dizemos não por falta de coragem para dizer sim? Vamos pensar um pouco sobre isso

“Sobre dizer não...”

... NA VISÃO DO GERENTE

Uma das palavras mais difíceis de se dizer, em qualquer língua, é “Não”. Algumas vezes, é ainda mais difícil de escutar. Se me dessem escolha, diria SIM o tempo todo. A maioria das pessoas faria o mesmo. Isto faz nos sentirmos bem em apoiar os outros. Mas, tanto eu quanto você sabemos que isto não é realista: nem sempre é a coisa certa a fazer. Alguém tem que, periodicamente, dizer NÃO. Eu também.

Quando você vem a mim com um pedido, uma ideia ou algo mais que você ache importante, você normalmente se dá ao luxo de focar estritamente em sua questão. Eu, por outro lado, estou focado em um quadro maior que tenho de olhar e avaliar. Tenho que fazer perguntas como: Temos recursos para isto? Como isso irá afetar o trabalho a ser feito normalmente e nossas prioridades? Como irá impactar outras pessoas? Isto será coerente com o que tenho feito com outras pessoas? O que acontecerá se todos fizerem o mesmo pedido? E por ai vai... E o que pode ser para você, uma questão simples, para mim, pode ser uma dos muitos pedidos ou outras boas ideias que recebi naquele dia. Você não tem como saber isso, mas eu com certeza tenho. E me sinto mal quando digo NÃO e você deixa a sala desapontado, zangado ou ambos.

Então, por favor, ponha isto em mente: Eu direi SIM todas as vezes em que puder. Certamente não será o tempo todo, mas pode estar certo de que farei o melhor possível para balancear os ‘Sins’ e ‘Nãos’. E eu apreciaria muito que você me desse o benefício da dúvida e assumisse que estou motivado a fazer o que for melhor para todos, por que é verdade, eu estou. Isto inclui dizer NÃO para outra pessoa, quando o pedido não for justo para você.

Não gosta da palavra NÃO? Tente ...

ANDAR UM POUCO COM OS MEUS SAPATOS.

Baseado no livro Walk Awhile in my Shoes, traduzido e adaptado com permissão exclusiva da Performance Systems Corporation para a Bahia Consult.